tolera a sinistra e pérfida existência...
Forte, por que em meio a frágua deste temporal,
Não exerces tua colossal Onipotência...
Sufocas Senhor a luz da humana consciência,
Onipotente sendo e conservando o mundo como tal
Saturado de males segundo a humana experiência,
Sendo Bom, mau me pareces, face a dor universal...
Qual segredo em teu recôndito Ser manténs oculto...
Para por completo não eliminar o mal e em teu poder
Sufocas Senhor a luz da humana consciência,
Onipotente sendo e conservando o mundo como tal
Saturado de males segundo a humana experiência,
Sendo Bom, mau me pareces, face a dor universal...
Qual segredo em teu recôndito Ser manténs oculto...
Para por completo não eliminar o mal e em teu poder
Ou te manifestares fraco para nosso enfado!
Ouve mortal: Na natureza ocultei o meu imenso vulto,
Para o mal extinguir aqui me vim perder,
E companheiro, caminhar junto, a teu lado!
Ouve mortal: Na natureza ocultei o meu imenso vulto,
Para o mal extinguir aqui me vim perder,
E companheiro, caminhar junto, a teu lado!

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